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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Sábado 25/10/2014



Sábado, 25 de outubro de 2014
Sto. Antônio de Sant'Ana Galvão


“Elegância é a arte de não se fazer notar, aliada ao cuidado sutil de se deixar distinguir.” Paul Valery


EVANGELHO DE HOJE
Lc 13,1-9


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.


Naquele dia, Jesus saiu de casa e sentou-se à beira-mar. Uma grande multidão ajuntou-se em seu redor. Ele entrou num barco e sentou-se ali, enquanto a multidão ficava de pé, na praia. Ele falou-lhes muitas coisas em parábolas, dizendo: "O semeador saiu para semear. Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho, e os pássaros vieram e as comeram. Outras caíram em terreno cheio de pedras, onde não havia muita terra. Logo brotaram, porque a terra não era profunda. Mas, quando o sol saiu, ficaram queimadas e, como não tinham raiz, secaram. Outras caíram no meio dos espinhos, que cresceram sufocando as sementes. Outras caíram em terra boa e produziram fruto: uma cem, outra sessenta, outra trinta. Quem tem ouvidos, ouça!"


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Vou colocar adubo na figueira. Pode ser que ela dê fruto.
Este Evangelho narra que contaram a Jesus um fato trágico: Houve dentro do Templo um motim de judeus vindos da Galiléia. A guarda romana entrou na área reservada somente aos judeus, e matou violentamente a todos.
Os que deram a notícia a Jesus esperavam dele uma solidariedade aos judeus mortos, e um repúdio à profanação do lugar sagrado.
Mas Jesus chama a atenção para algo mais importante: Esse judeus eram violentos, iguais aos soldados que os mataram. Neste momento de comoção nacional, Deus chama todos à conversão, pois é dessa que depende a vida mais importante, a eterna.
O povo judeu era pequeno e fraco; não havia nenhuma saída diante do poder opressor, a não ser a fé, que depende do perdão sem limites.
Muita gente interpreta as catástrofes – enchente, incêndio, acidente... – como castigos de Deus. E se é a própria pessoa que é vítima, ela se pergunta: Que pecado eu fiz para merecer isso?
Essa mentalidade descarta a vida futura, e pensa que Deus deve castigar os maus e premiar os justos aqui na terra. E nem nos lembramos que Jesus era justo e sofreu a vida inteira. Maria Santíssima e os demais santos também.
Deus Pai não é como nós; ele “faz brilhar o sol sobre maus e bons, e cair a chuva sobre justos e injustos” (Mt 5,45). Deus nos adverte através de sinais; mas nem sempre converte os pecadores, enviando-lhes desgraças.
Às vezes um favor de Deus é para nós motivo de conversão: como Deus é bom para mim, apesar de eu ser tão ingrato a ele! Foi isso que aconteceu com Zaqueu (Lc 19,1). Na verdade, só há um castigo de Deus: perdê-lo para sempre.
É comum encontrarmos no Antigo Testamento Deus castigando o povo com desgraças. Isso porque eles não tinham clareza sobre a vida futura, sua fé ainda era imperfeita. Temos, entretanto, o exemplo de Jô, um servo de Deus que sofreu a vida inteira.
“Vós pensais que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros? Eu vos digo que não. Mas se vós não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo.” As catástrofes são sinais de Deus a nós, não para julgarmos as vítimas, mas para “por a nossa barba de molho”. Através delas Deus nos convida à conversão.
E Jesus cita outra catástrofe, que também era comentada pelo povo: O prédio (torre) que caiu em Jerusalém, matando dezoito pessoas. E repete o alerta: “Se não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo”.
Vamos aproveitar as notícias de catástrofes para a nossa conversão, pois nós também podemos ser vítimas e, de uma hora para outra, morrermos.
Na parábola da figueira, Jesus deixa claro que a nossa conversão se mostra pelos frutos, isto é, pelas nossas boas obras. Não adianta ser uma figueira bonita, se não dá fruto. O mundo está cheio de pessoas de ótima aparência, mas pouco fruto.
Boas obras, nós sabemos: é não falar mal dos outros, falar só a verdade, ser justo, perdoar, amar o próximo, ajudar os necessitados...
“O machado já está posto à raiz das árvores. Toda árvore que não der bom fruto será cortada e jogada ao fogo” (Mt 3,10).
“Vou colocar adubo na figueira. Pode ser que ela dê fruto.” Foi o pedido do vinhateiro, quando o dono queria cortar a figueira. Que bom se nós fôssemos como este vinhateiro, fazendo alguma coisa pelas pessoas que estão no caminho errado, ou perdem tempo sem fazer boas obras! “Os que tiverem ensinado a muitos o caminho da virtude, brilharão como as estrelas, por toda a eternidade” (Dn 12,3).

Certa vez, um homem resolveu separar-se da esposa e disse a ela: “Vou separar-me de você. Você pode separar tudo o que é importante para você nesta casa, que eu fico com o resto”.
Ela respondeu: “Sim, mas antes vamos fazer uma festinha. Assim as crianças se divertem, dormem e depois nós faremos a divisão”.
Então prepararam um churrasco, e convidaram os amigos. Como ele estava tenso, acabou bebendo um pouco exagerado e, quando as visitas foram embora, ele dormiu.
Enquanto ele dormia profundamente, a esposa, com a ajuda dos amigos, tirou todas as coisas do quarto do casal, menos a cama dos dois, em que ele estava dormindo, colocou no quarto as crianças, e dormiu ao lado dele.
Quando, no outro dia cedo, ele acordou, perguntou assustado o que havia acontecido. Ela disse: “Você não me pediu para separar o que é mais importante para mim? Já separei. Para mim, o mais importante é o que está aqui: você e os nossos filhos”.
Como o vinhateiro da parábola, essa senhora ainda acreditava na sobrevivência da família; por isso quis ainda “colocar um pouco de adubo” na tentativa de salvá-la.
Maria Santíssima era uma boa árvore, que produziu para nós o melhor fruto do mundo: Jesus, nosso Salvador. Santa Mãe de Deus, rogai por nós!
Vou colocar adubo na figueira. Pode ser que ela dê fruto.




CASA, LAR E FAMÍLIA

Preparando frutos do mar

CAMARÃO
» Para reconhecer o seu frescor, verifique se as caudas estão firmes. Caso contrário, rejeite-os.

» Para preparar, descasque, retire as pernas e deixe de molho em água fria.

» » Para retirar as tripas, use um destes métodos: encoste a ponta do palito nas costas e puxe aquele fio preto; se preferir, use uma agulha de crochê bem fina, pois o gancho puxa a tripa com facilidade.

» Retirada as tripas, lave bem e deixe numa vasilha com sal e limão por alguns instantes.

» Escorra, enxágüe em água corrente e escorra bem. Depois é só usar conforme a receita escolhida.

» Se quiser fritar os camarões, deixe-os de molho (depois de limpos) em água com 1 colher de chá de bicarbonato de sódio. Escorra bem e frite. Eles ficarão mais crocantes.

Lembre-se que ao ensopar ou refogar camarões, o cozimento se faz rapidamente, quando ficarem rosados, retire-os com escumadeira, senão ficarão duros. Só acrescente o camarão no molho pouco antes de servir, o tempo suficiente para tomar gosto.

LAGOSTA
O melhor é comprá-las vivas. Mas vivas ou mortas, o preparo é o mesmo: mergulhe-as em água fervente com sal, ervas aromáticas, pimenta em grãos e salsinha. Deixe por 15 a 20 minutos.

Para que não encolham, antes de aferventar, amarre cada lagosta numa tábua e assim ficarão da forma original. Deixe esfriar na própria água da panela. Retire as lagostas. Elimine as cabeças e caudas, retire as patinhas. Segure o corpo da lagosta com cuidado e enfie um garfo na abertura obtida pela retirada da cauda. Force o garfo com jeito e retire toda a carne, sem ter que quebrar a carapaça. Elimine qualquer vestígio de tripa.Utilize conforme a receita.

LULA
Retire a cabeça e as espinhas das bolsas. Corte os tentáculos com cuidado, para não romper as bolsas de tinta. Tempere e use as lulas inteiras ou cortadas e tirinhas.

SIRI E CARANGUEJO
O ideal é prepará-los vivos.
Mergulhe em água fervente com sal, louro, salsinha, pimenta em grão e limão. Deixe no fogo por uns 20 minutos.
Espere esfriar no próprio caldo. Retire, coloque o crustáceo sobre uma tábua, de pernas para cima. Arranque as patas com o auxilio de uma faca e tire a carne. Tire a parte superior da casca e puxe a carne. Use como pede a receita escolhida.

POLVO
Deixe de molho em água fria e vinagre por uns 15 minutos. Retire com cuidado da água, pois ali fica depositado o excesso de areia. Tire as peles escuras e a bolsa de tinta. Bata bem, como se faz com a língua de boi (arremessando a contra uma tábua) e não como se faz com os bifes (usando martelos de carne). Enxágüe para tirar prováveis vestígios de areia e esfregue bem com limão, como se estivesse enxaguando. Afervente o polvo, inteiro ou em pedaços, num caldo aromatizado (água, sal, grãos de pimenta, salsinha. cravo e louro), por uns 25 minutos. Depois é só preparar conforme as indicações da receita escolhida.

OSTRAS
Lave em água corrente com uma escova dura. Espete a ponta de uma faca na junção da concha e faça pressão. Sirva as ostras cruas, com suco de limão, disposta sobre cubos de gelo. ou prepare conforme a receita de sua preferência.
MARISCOS E MEXILHÕES
Estão frescos se as cascas estiverem hermeticamente fechadas. Lave bem em água corrente, esfregando as cascas com uma escova dura. Para abrir, é só colocar numa panela (sem água e sem tempero) e levar ao fogo forte por 3 ou 4 minutos. Retire do fogo, acrescente um pouquinho de azeite, cebola e salsicha picada. Volte ao fogo forte, até que as cascas estejam totalmente abertas.
Retire os moluscos das cascas de vários tipos pois cada um molusco tem um tempo para abrir a casca.

http://www.banestes.com.br/site/banestik_2005/especiais/pascoa_dica.htm




MOMENTO DE REFLEXÃO


Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia-noite.
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter um trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer pela oportunidade da experiência.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei, posso gastar minutos a me lamentar ou ficar feliz por ter o dia de hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para ser vivido da maneira que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma às idéias e utilidade às horas.
Tudo depende de mim!


Diário de Sexta-feira 24/10/2014





Sexta-feira, 24 de outubro de 2014


“As façanhas enchem o coração de presunção perigosa; os erros obrigam o homem a recolher-se em si mesmo e devolvem-lhe aquela prudência de que os sucessos o privaram.”  (Fénelon, Telêmaco)




EVANGELHO DE HOJE
Lc 12, 54-59
 
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.

Naquele tempo, 54Jesus dizia às multidões: “Quando vedes uma nuvem vinda do ocidente, logo dizeis que vem chuva. E assim acontece. 55Quando sentis soprar o vento do sul, logo dizeis que vai fazer calor. E assim acontece. 56Hipócritas! Vós sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu. Como é que não sabeis interpretar o tempo presente? 57Por que não julgais por vós mesmos o que é justo?

58Quando, pois, tu vais com o teu adversário apresentar-te diante do magistrado, procura resolver o caso com ele enquanto estais a caminho. Senão ele te levará ao juiz, o juiz te entregará ao guarda, e o guarda te jogará na cadeia. 59Eu te digo: daí tu não sairás, enquanto não pagares o último centavo”.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.




 
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Vós sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu. Como é que não sabeis interpretar o tempo presente?
Neste Evangelho, Jesus nos chama a atenção para uma incoerência nossa, que é fruto do pecado: Somos avançados no conhecimento das ciências e da técnica, mas muito atrasados no conhecimento das coisas de Deus.
“Hipócritas, vós sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu. Como é que não sabeis interpretar o tempo presente?” Essa advertência de Jesus vale de modo especial hoje, em que a humanidade cresce dia a dia no conhecimento das ciências e da técnica, mas parece até que está regredindo no conhecimento do sentido fundamental da vida.
A parábola da caminhada com o adversário para o magistrado reforça a necessidade de andarmos sempre com as contas em dia com Deus, pois quando estivermos diante do Juiz, que é Cristo, não haverá mais tempo para corrigirmos os nossos erros, ou para pedirmos perdão a Deus.
As pessoas conhecem o tempo cronológico, mas não procuram conhecer o tempo da graça. Vivem pesquisando a natureza a fim de utilizá-la, mas não conhecem o Autor e Criados da natureza. Em resumo, as pessoas aprofundam-se na ciência, mas não na sabedoria. A ciência não envolve a vida humana no seu conjunto, que tem duas partes: a terrena e a eterna.
“Não dizeis vós: Ainda quatro meses e aí vem a colheita? Pois eu vos digo: levantai os olhos e vede os campos, como estão dourados, prontos para a colheita!” (Jo 4,35-36). Estão aí as duas realidades: a simples ciência e a sabedoria.
É muito comum, ao andarmos à noite pelas ruas, vermos carros de luxo estacionados na frente de casa de cartomante. São pessoas formadas na ciência do mundo, mas analfabetas na ciência de Deus. Vemos pessoas letradas valorizando o “ter” e se esquecendo do principal que é o “ser”. Pais que, fora do período escolar, matriculam os filhos em cursos caros de inglês, e nem se preocupam em levá-los ao catecismo. Pessoas que se dizem católicas, mas desprezam as leis.
Por exemplo, para combater a AIDS, são apresentados medidas fúteis, já comprovadas que não funcionam, e se esquecem do principal que é o respeito à Lei de Deus.
A multiplicação de seitas, que apresentam, muitas vezes, a religião apenas como meio de adquirir benefícios nesta terra, mas se esquecendo da vida após a morte.
“Estou ciente de que o bem não habita em mim, isto é, na minha carne. Pois querer o bem está ao meu alcance, não, porém, realizá-lo. Não faço o bem que quero, mas faço o mal que não quero” (Rm 8,18-19). Se temos alguma conta a acertar com Deus, vamos fazê-lo logo, porque amanhã poderá ser tarde!
Cristo nos deixou todos os meios para vencermos o mal e fazer o bem: a oração, o sacramento da confissão, a Eucaristia, a vida em Comunidade, a leitura da Bíblia...
Certa vez, um menino passou correndo na rua, na frente da igreja. O padre estava na porta da igreja e aquilo lhe chamou a atenção. Foi até a calçada e viu que lá no fim da rua o menino virou para trás e voltou correndo na mesmo velocidade. Quando estava passando em frente à igreja, o padre gritou: “Menino, vem cá”. Mas nada, ele não parou. Chegando ao outro extremo da rua, ele virou para trás e veio correndo do mesmo jeito.
O padre pensou: eu vou segurar esse menino para ver por que ele está fazendo isso. Quando o garoto estava perto, o padre se colocou na frente dele e o agarrou. O menino ficou assustado, mas o padre o acalmou e lhe perguntou: “Filho, o que você está fazendo?” Ele respondeu: “Não sei!” “De onde você vem?” “Não sei!” “Para onde você vai?” “Não sei!” “Quem é você?” “Não sei!”
Neste momento, um senhor que morava em frente disse: “Iii padre! Esse menino é bobo. Pode largar, porque ele não sabe nada!” O padre largou e o garoto continuou correndo pela vida, para lá e para cá.
Que nós não sejamos também bobos, aprofundando-nos nas ciências da terra, correndo para lá e para cá, mas sem procurar o principal que é responder àquelas perguntas fundamentais da vida, que o padre fez ao menino!
As poucas palavras de Maria Santíssima que a Bíblia nos trouxe mostram que ela entendia muito bem das coisas de Deus e do sentido pleno da vida. Que ela nos ajude a dedicarmos os nossos talentos a “interpretar o tempo presente”.
Vós sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu. Como é que não sabeis interpretar o tempo presente?






CULINÁRIA


Mousse de chocolate com suspiros
INGREDIENTES:


. 1 pacote de suspiros 200 grs
. 1 lata de creme de leite
. 1 xícara (chá) de chocolate em pó ( do padre ou outro)


PREPARO:

bata os supiros no líquidificador e coloque numa tigela, em seguida misture o creme de leite com o soro, e o chocolate em pó ( não pode ser achocolatado, que fica muito doce). misture tudo muito bem até virar um creme, coloque em potes e decore a gosto, leve a geladeira e sirva bem gelado.....Mais simples impossível, e fica ótimo.

Bolo de morango de caneca

1 unidade(s) de ovo
2 colher(es) (sopa) de iogurte sabor morango
1 colher(es) (sopa) de óleo de soja Sadia
1 colher(es) (café) de fermento químico em pó
4 colher(es) (sopa) de açúcar
5 colher(es) (sopa) de farinha de trigo
1/4 xícara(s) (chá) de morango fatiado(s)
quanto baste de chantilly para decorar
quanto baste de essência de baunilha
Unte a caneca com óleo ou manteiga e reserve.
Misture o ovo, iogurte, óleo de soja, fermento em pó, essência de baunilha, o açúcar e a farinha em uma tigela pequena até ficar homogêneo.
Despeje a massa na caneca e leve-a ao forno micro-ondas. Asse por 3 ou 4 minutos ou mais se for necessário. Cubra com morangos e chantilly e sirva.





MOMENTO DE REFLEXÃO


Nossos sonhos são o óleo que faz com que a engrenagem da nossa vida funcione.

Sonhando, corremos o risco de cair do alto um dia; sem sonhos, nunca chegaremos a subir a lugar nenhum.

Quem não sonha, não vive; quem não sonha, perde toda a esperança de ver qualquer futuro para si mesmo; quem não sonha, morre antecipadamente, morre em vida.

Quem não sonha, não gosta de pôr-do-sol, não toma tempo para olhar as estrelas, deprime e não vê as inúmeras possibilidades que a vida nos oferece para que sejamos felizes.

Melhor pensar que vai ser melhor amanhã do que ficar remoendo as dores presentes; melhor acreditar que o mundo pode ser justo e bom, que ainda existe gente boa e feliz, do que ficar vendo coisas negativas em toda a parte.

Acreditar no amor, não é um sonho. É acreditar em algo possível. Porque o amor nunca é um sonho, mesmo se nos faz sonhar; o amor é algo palpável e que dá sentido à nossa vida.

Sonhar que podemos ter uma vida diferente no futuro é apenas o primeiro passo na direção desse mesmo sonho.

Enquanto o vemos, vamos atrás dele e tudo fica infinitamente mais leve e mais fácil no presente; as cargas tornam-se menos pesadas, pois temos nossas mentes voltadas para algo mais bonito e não ficamos sentindo pena de nós mesmos. E sabemos que muito pior que sentir pena dos outros, é sentir pena de si mesmo.

Foram grandes sonhadores, idealistas, que mudaram a face do mundo. É preciso que pessoas assim continuem a existir. Podemos não ser grandes revolucionários no mundo, mas podemos tentar ser os revolucionários da nossa própria vida. Cabe a nós fazer alguma coisa. Só a nós!

Quem sonha, mantém a vida em movimento, num eterno passo na direção que nos aponta nosso grande Criador.

Quem sonha voa, corre, experimenta a vida, faz todas as coisas tornarem-se possíveis; nos sonhos pode-se ser rainha, rei, cinderela, rico, feliz ou simplesmente amado de amor infinito. É uma experiência enriquecedora.

Então, escolha você mesmo o que você quer ser.

E depois, acredite firme nisso...

E tenha um lindo e encantado dia!



Letícia Thompson

Diário de Quinta-feira 23/10/2014


Quinta-feira, 23 de outubro de 2014


“Arrependo-me muitas vezes de ter falado; nunca de ter silenciado.” (Ciro)


EVANGELHO DE HOJE
Lc 12, 49-53


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.


Naquele tempo disse Jesus aos seus discípulos: 49“Eu vim para lançar fogo sobre a terra, e como gostaria que já estivesse aceso! 50Devo receber um batismo, e como estou ansioso até que isto se cumpra! 51Vós pensais que eu vim trazer a paz sobre a terra? Pelo contrário, eu vos digo, vim trazer a divisão. 52Pois, daqui em diante, numa família de cinco pessoas, três ficarão divididas contra duas e duas contra três; 53ficarão divididos: o pai contra o filho e o filho contra o pai; a mãe contra a filha e a filha contra a mãe; a sogra contra a nora e a nora contra a sogra”.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Não vim trazer a paz, mas a divisão.
Neste Evangelho, Jesus usa dois sentidos contrários da palavra paz: a do mundo e a de Cristo. Se a nossa convivência com o mundo pecador é só “de paz”, é de se perguntar que paz é essa?
“Vós pensais que eu vim trazer a paz sobre a terra?” Jesus usa a palavra “paz” no sentido que o mundo pecador dá, que é uma aparente tranqüilidade da ordem, mas em cima da injustiça e baseada na força. Essa paz ele veio destruir. Como disse um padre, no final da Missa: “Ide em paz e que a paz de Cristo nunca vos deixe em paz”. O mundo vive em tensão, fruto do conflito entre os dois senhores que querem dominá-lo: Deus e o capeta. E nós somos embaixadores de Cristo no nosso ambiente. “Vim trazer a divisão: pai contra filho, mãe contra filha, sogra contra nora...” A afirmação é chocante, mas é real, e a vemos todos os dias ao nosso redor. Queremos a união dentro de casa, mas não podemos abrir mão do testemunho, e é este que causa a divisão. A nossa firmeza na fé gera, muitas vezes, perseguição. A prática do Evangelho não nos conduz a um paraíso terrestre.
“Devo receber um batismo, e como estou ansioso até que isto se cumpra!” Jesus se refere à sua paixão e morte, em que foi mergulhado (batizado) na dor, e venceu, nos salvando a todos. Um metal incandescente, quando é mergulhado na água fria, faz barulho e espirra água para todo lado. É o choque causado pelo encontro do Reino de Deus com o reino da Besta Fera (Apocalipse). Jesus será o primeiro a ser batizado, isto é, mergulhado nesse fogo. A parte dele foi bem feita. Resta a nossa.
“Eu vim para lançar fogo sobre a terra, e como gostaria que já estivesse aceso.” Jesus compara a Vida Nova trazida por ele com o fogo. É o fogo que queima o que é “velho” ou errado em nós; é o fogo do Amor, derramado em nossos corações. Esse fogo vai aos poucos incendiando o mundo e fazendo nascer o Reino de Deus. Ele suscita perseguição, divisões e faz até derramar sangue. Mas o incêndio é implacável. Somos portadores do seu fogo. Ao ver a nossa lentidão, Jesus fica inquieto: “como gostaria que (esse fogo) já estivesse aceso!”
Após o fogo, surgem das cinzas plantas vicejantes. É o que acontece quando nos deixamos incendiar pelo fogo de Deus.
Antes de batizar Jesus, João Batista falou para o povo: “Eu vos batizo com água. Mas virá aquele que é mais forte do que eu... Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo” (Lc 3,16). No dia de Pentecostes, o Espírito Santo veio sobre Maria e os Apóstolos em forma de chamas de fogo (At 2,3). O Espírito Santo nos dá, no batismo, o dom do amor, que é semelhante ao fogo.
O que nos impulsiona a evitar o mal e fazer o bem não é, em primeiro lugar, um mandamento, o medo de castigo, ou busca da glória no Céu. O cristão é estimulado pelo Espírito Santo que age dentro dele ou dela como um fogo.
O amor arde no peito, queima e não deixa a pessoa parada. Impulsiona-a fortemente para a ação e para o testemunho. O Profeta Jeremias dizia: “Tenho de gritar, tenho de arriscar. Ai de mim se não o faço! Como escapar de ti? Como calar, se tua voz arde em meu peito?”
Os inimigos de Deus logo percebem e tentam apagar esse fogo, mas não conseguem. Como diz Jo 1,5: As trevas tentaram apagar a luz, mas não conseguiram.
Na morte de Jesus, os inimigos dele pensaram: “Agora apagamos”. Mas que nada! O fogo estava aceso no coração dos discípulos, e agora era impossível apagá-lo. Apagam aqui, ele brota ali.
Os antigos perseguidores dos cristãos perceberam que, quanto mais os matavam, mais eles cresciam em número. Este fogo que Jesus trouxe é muito especial. Quando tentam apagá-lo, aí que ele cresce.
Por isso que Jesus falou: “Não tenhas medo, pequeno rebanho, pois foi do agrado do vosso Pai dar-vos o Reino” (Lc 12,32).
Agora, uma coisa é certa: Ninguém consegue acender fogo apenas falando de fogo. Imagine se alguém pega um punhado de palhas bem sequinhas, coloca-as no sol quente e ainda joga gasolina. Depois começa a falar, com todos os recursos da oratória, sobre fogo. Não adianta nada. Mas se a pessoa chega com uma pequena chama, tipo palito de fósforo, já é o suficiente para incendiar tudo.
O mesmo acontece com o fogo do amor que Jesus veio trazer. Precisamos tê-lo, ao menos um pouquinho dentro de nós, a fim de que ele possa passar para os outros, multiplicar-se e incendiar o mundo.
Quem participa da Comunidade cristã, já tem esse fogo. Por isso que a ação das Comunidades é implacável.
“O zelo por tua casa me devora” (Sl 69,10). Esse zelo é como fogo dentro de nós.
Jesus, quando estava pregado na cruz, disse: “Tenho sede”. Ofereceram-lhe um líquido mas ele não quis. Não era sede de água, mas de ver esse fogo incendiando e transformando.
Os santos eram inflamados por esse fogo. Queriam, a todo custo, incendiar o mundo. Alguns deram a vida por essa causa. É preciso muita garra para atear fogo. É o fogo que nos tira de casa no domingo e nos leva para a Missa. É o fogo que sustenta os casais unidos. O amor de Cristo é maior que o amor humano.
Jesus não tinha nem onde reclinar a cabeça, mas passou a vida fazendo o bem e era feliz. E antes de subir para o Céu ele disse: “Como o Pai me enviou, eu vos envio. Recebei o Espírito Santo”.
O padre, a freira, todos os batizados são incendiados por esse fogo, e querem passá-lo para os outros.
Certa vez, um grupo de jovens resolveram botar fogo numa cidade. Eles se espalharam, cada um com uma chama e começaram a incendiar. Logo que o fogo se alastrou, vieram os bombeiros. Mas estava difícil porque os bombeiros recebiam telefonema de todos os cantos da cidade. E mais: quando apagavam o fogo em um lugar, logo que saíam o fogo reacendia. Assim, não houve jeito, e a cidade foi incendiada. Esses jovens estão convidando você para fazer parte do grupo deles.
“Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe: Este menino será causa de queda e de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição – e a ti, uma espada traspassará tua alma! – e assim serão revelados os pensamentos de muitos corações” (Lc 2,34-35). Maria carregava em seu coração o fogo trazido por seu Filho. Esposa do Espírito Santo, rogai por nós!
Não vim trazer a paz, mas a divisão.





MUNDO ANIMAL


Cãozinho na cama é tão bom… mas pode?


Dormir com um peludo fofo na cama pode ser considerado algo agradável e inofensivo para muitos tutores. No entanto, será que compartilhar o mesmo espaço de sono com o pet é um hábito saudável? O tema pode até dividir a opinião dos donos, mas quando os especialistas entram em jogo a recomendação é categórica: lugar de cachorro não é na cama.
A primeira preocupação tem a ver com a saúde. Há casos de transmissão de doenças entre cães e humanos, de você para seu pet e vice-versa. Esses problemas, conhecidos como zoonoses, podem incluir, por exemplo, raiva e dermatites. Mas não se apavore! Segundo médicos veterinários, o importante é manter a higiene dos animais.
 “Não há necessidade de manter os animais afastados dos tutores por causa das zoonoses. O primordial é ter um controle rígido da limpeza do cão e de suas vacinas”, diz Bárbara Nogueira, que atende no bairro da Lapa, em São Paulo.
Bárbara explica que a maioria dessas doenças são facilmente evitáveis com vermífugos e vacinas. Portanto, não há razão para paranoia: basta ficar de olho aberto para o asseio de seu cãozinho. A dica é reforçar a limpeza de partes do corpo que têm mais contato com o chão e a rua, como as patas. E lembre-se: você também pode passar doenças para o peludo, portanto cuide de sua higiene pessoal antes de partir para o sono, principalmente, se for uma soneca compartilhada.
Além da saúde, outro fator que preocupa especialistas é a qualidade da relação entre cães e donos, e como ela pode influenciar o comportamento dos bichos. Cachorros que dormem com seus tutores geralmente são muito mais ligados a eles do que se espera da convivência entre humanos e animais. Isso pode não ser visto como um problema pelos tutores, mas veterinários e adestradores garantem: a independência das mascotes é fundamental.
“Viver colado no dono é extremamente nocivo para o cachorro. Ele pode desenvolver síndrome de ansiedade de separação e ter problemas sérios de comportamento”, alerta Bárbara.
A síndrome de ansiedade de separação ocorre quando o pet não consegue mais ficar longe de seus donos. Em decorrência dessa dificuldade, hábitos como latir sem parar, destruir mobílias e fazer as necessidades no meio da casa, por exemplo, podem se tornar corriqueiros. “Determinar o espaço do dono e do cão é essencial para uma relação saudável e deve ser feito desde o nascimento do cachorro”, diz a veterinária.
Confira dicas para esse processo de mudança de comportamento:
- Determine um novo espaço para o cãozinho dormir, para que ele crie uma identificação, aos poucos, com o local. Pode ser uma casinha ou uma caminha para pets.
- Estimule o uso da nova área. Você pode recompensar o mascote com presentes ou brincadeiras quando ele for para seu novo ambiente de sono.
- Não deixe o animal subir mais em sua cama. Treine comandos para que ele entenda quando deve ficar e quando deve se afastar.
- Incentive seu pet a ficar sozinho em situações diferentes. Não deixe que ele o acompanhe por toda a casa ou em todas as tarefas. Ao se sentir confiante sozinho, ele naturalmente terá mais facilidade em se desvencilhar de você na hora da soneca.





MOMENTO DE REFLEXÃO


Um Asno, tendo colocado sobre seu corpo uma pele de Leão, vagou pela floresta, e divertia-se com o pavor que provocava nos animais que ia encontrando pelo seu caminho.
Por fim encontrou uma Raposa, e tentou amedrontá-la também. Mas Raposa tão logo escuta o som de sua voz, exclama:
Eu provavelmente teria me assustado, se antes não tivesse escutado seu zurro.
Moral da História:
Um tolo pode se esconder com belas roupas, mas suas palavras dirão a todos quem na verdade é.


(Esopo)