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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Sábado 22/11/2014


Sábado, 22 de novembro de 2014.
Sta. Cecília


"O êxito é fácil de obter. O difícil é merecê-lo". (Albert Camus).


EVANGELHO DE HOJE
Lc 20,27-40

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.


Naquele tempo, 27aproximaram-se de Jesus alguns sa­duceus, que negam a ressurreição, 28e lhe perguntaram: “Mestre, Moisés deixou-nos escrito: se alguém tiver um irmão casado e este morrer sem filhos, deve casar-se com a viúva a fim de garantir a descendência para o seu irmão. 29Ora, havia sete irmãos. O primeiro casou e morreu, sem deixar filhos. 30Também o segundo 31e o terceiro se casaram com a viúva. E assim os sete: todos morreram sem deixar filhos. 32Por fim, morreu também a mulher. 33Na ressurreição, ela será esposa de quem? Todos os sete estiveram casados com ela”.
34Jesus respondeu aos saduceus: “Nesta vida, os homens e as mulheres casam-se, 35mas os que forem julgados dignos da ressurreição dos mortos e de participar da vida futura, nem eles se casam nem elas se dão em casamento; 36e já não poderão morrer, pois serão iguais aos anjos, serão filhos de Deus, porque ressuscitaram.
37Que os mortos ressuscitam, Moisés também o indicou na passagem da sarça, quando chama o Senhor ‘o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó’. 38Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos, pois todos vivem para ele”. 39Alguns doutores da Lei disseram a Jesus: “Mestre, tu falaste muito bem”. 40E ninguém mais tinha coragem de perguntar coisa alguma a Jesus.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos.
Neste Evangelho, nós temos a cena dos saduceus apresentando a Jesus o caso da mulher de sete maridos, como um argumento contrário à ressurreição dos mortos.
Mas eles entendiam errado a ressurreição; pensavam que os que acreditam nela afirmam que no céu nós viveríamos igualzinho aqui na terra, isto é, teríamos de comer, de beber, de dormir, teríamos também o casamento...
Jesus explica que, após a nossa morte, o nosso corpo será glorificado; não morreremos, mais e seremos iguais aos anjos. Os homens não terão esposas nem as mulheres terão maridos.
Nós não sabemos em detalhes como será a nossa vida após a morte, e nem precisamos saber agora. Basta conhecermos o caminho para chegarmos ao Céu, que é Jesus e o seu Evangelho, presentes na Igreja, una, santa, católica e apostólica.
Quando participamos da Santa Missa, ou rezamos o terço, nós dizemos, na profissão de fé: “Creio na ressurreição da carne”. O Prefácio da Missa dos mortos diz assim: “Com a morte, a vida não é tirada, mas transformada. Desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado nos céus um corpo imperecível”. Não será outro corpo, será este mesmo que temos, mas transformado, glorificado.
Jesus falava que ia ressuscitar (Cf Mc 8,31ss; 9,31ss), e sempre pregava que todos nós ressuscitaremos. Como é bom saber que a nossa vida é eterna, que tivemos um começo, mas não teremos fim! A fé na ressurreição nos dá forças para enfrentar as dificuldades, e até o risco de vida. Os homens podem matar o corpo, mas a alma, nunca.
Jesus ressuscitou algumas pessoas (Lázaro, o filho da viúva de Naim...) para nos mostrar que tem poder e conhecimento sobre a vida após a morte. Apesar de esses milagres terem sido completamente diferentes da ressurreição dele e nossa, pois Lázaro e o filho da viúva simplesmente retornaram à vida terrena e mortal. Mas os milagres valeram para provar o poder de Jesus sobre a morte e sobre o que acontece depois.
Jesus, com a sua ressurreição, derrotou a morte. Ela continua existindo, mas perdeu a sua força. “A morte foi tragada pela vida; onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (1Cor 15,54-55). Isso nos dá uma alegria e uma coragem invencíveis!
Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos. Toda a Bíblia apresenta Deus como Deus da vida, e que faz do homem e da mulher seus amigos, como fez com os três citados por Jesus: Abraão, Isac e Jacó. Se Deus fez aliança com eles, podia deixá-los desaparecerem para sempre? Nunca! Esse é o argumento de Jesus.
A ressurreição foi sendo revelada aos poucos. No começo, o Povo de Deus não conhecia essa verdade. Mas tinha uma vaga consciência dela, baseado justamente no argumento acima: Deus ama o ser humano, quer que ele ou ela viva e não desapareça, e pode fazer isso. Portanto o faz.
Por isso que exageravam a duração da vida dos justos, por exemplo, de Matusalém, que viveu 969 anos (Cf Gn 5,27). Jesus veio e revelou a verdade completa: Deus não só prolonga a vida humana, ele a tornou eterna. “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim viverá eternamente”.
“Eu vim para que todos tenham vida, e a tenham em abundância.” Uma vida em abundância não pode acabar logo. Na luta pela vida, nós descobrimos o rosto de Deus, pois ele é o Deus da vida, o Deus que quer vida, e vida plena para todos.
A ressurreição nossa é obra de Deus, fruto do seu poder. É ele que nos tomará e nos transformará. O mesmo Deus que um dia nos criou, nos recriará. A ciência não consegue entender nem explicar esse mistério. Ele é sobrenatural. O livro de Jó é um argumento a favor da ressurreição. Esse livro mostra que a ressurreição é um mistério, mas sem ela a vida seria um absurdo.
A nossa melhor atitude diante das realidades futuras é jogar-nos nas mãos de Deus, como fez Jesus, antes de morrer: “Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito”. Nós não sabemos como será, mas Deus, nosso bom Pai, sabe, e isso nos basta.
Como que é gratificante saber que vamos ressuscitar! Saber que Deus nos ama tanto, que nos criou eternos! Ele não quer separar-se de nós nunca. “Tu não me abandonarás no túmulo, e viverei à tua direita para sempre” (Sl 16).
Entretanto, a fé na ressurreição nos leva a sermos prudentes e vigilantes, pois não sabemos o dia nem a hora. "O que adianta a alguém ganhar o mundo inteiro, se perde a própria vida?" (Mt 16,26). “Não ajunteis para vós tesouros na terra” (Mt 6,19).
Certa vez, a muitos anos atrás, um operário e um cavaleiro se encontraram numa estação de trem. Os dois se apresentaram, conversaram e compraram as passagens na mesma cabine, porque aquele trem tinha cabines para duas pessoas. O trem chegou e eles embarcaram.
Na estação seguinte, entrou também um padre. Ao verem o padre passar no corredor, o cavaleiro comentou, com um ar de desprezo: “Para que serve um padre?” Como quem diz: O padre não serve para nada.
O operário não respondeu. Lá na frente, quando o trem atravessava uma grande floresta, o operário disse ao cavaleiro: “Estamos sós. Ninguém nos vê nem nos ouve. O que você faria se eu o estrangulasse agora, lhe tomasse todo o seu dinheiro e, aproveitando uma curva, pulasse esta janela?”
Pálido de medo, o cavaleiro respondeu: “Você se engana, eu não trago dinheiro comigo”. “Mentira” retrucou o operário. “Você tem aí trinta mil Reais. Eu o vi pegar no banco.”
“Você cometeria dois crimes: homicídio e roubo”, disse o cavaleiro.
“Homicídio e roubo nada significam para quem não crê em Deus. Se eu pensasse como você, e não fizesse isso agora, eu seria um bobo. Mas você não tenha medo, porque eu fui educado por padres, e eles me ensinaram os dez mandamentos: não furtar, não matar etc. E me ensinaram que existe uma vida eterna após a morte, com o Céu para os bons e o inferno para os maus. Entendeu agora para que serve o padre?”
Certamente aquele cavaleiro até se esqueceu do cavalo!
A nossa vida não termina na morte, por isso vamos preparar-nos bem para o que vem depois!
A ressurreição é o prêmio de Deus aos justos. Maria Santíssima era tão santa que foi elevada por Deus ao céu em corpo e alma. Que ela nos ajude a vivermos de acordo com essa gratificante verdade da ressurreição.
Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos.




CASA, LAR E FAMÍLIA


Dicas que vão facilitar sua vida


Derretimento de chocolate no Microondas


Corte a barra em pedaços grandes e coloque num refratário. Leve ao microondas, na potência média, e programe o tempo de acordo com os valores médios da tabela abaixo.                                            
Na metade do tempo mexa e coloque de volta no microondas. Ao final, retire e mexa novamente até completar o derretimento.                                   
O chocolate completamente derretido deve ter uma temperatura entre 40°C e 45°C. Para identificar essa temperatura, coloque um pouco de chocolate nos lábios ou no pulso. Ele deve estar morno.

http://www.garoto.com.br/handles/receitas/tecnicas/tecnicas.php?tecnica=25&desc=Derretimento%20em%20Microondas&cod_idioma=PT

Derretimento de chocolate em Banho-Maria

Pique o chocolate em pedaços menores e coloque num refratário que se encaixe perfeitamente em uma panela com água suficiente para tocar o fundo do refrátario.
Quando a temperatura da água estiver em torno de 50°C, quente mas suportável ao toque das mãos, apague o fogo, encaixe o refratário e mexa até derreter completamente. Evite o calor forte e o contato da água com o chocolate (respingos ou vapor). São estes os responsáveis pelos problemas durante o derretimento.
O chocolate completamente derretido deve ter uma temperatura entre 40°C e 45°C. Para identificar essa temperatura, coloque um pouco de chocolate nos lábios ou no pulso. Ele deve estar morno.







MOMENTO DE REFLEXÃO


Estava precisando fazer uma faxina em mim... Jogar alguns pensamentos indesejados para fora, lavar alguns tesouros que andavam meio enferrujados...

Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.

Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões... Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei; Joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que não li. Olhei para meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas... E as coloquei num cantinho, bem arrumadas.

Fiquei sem paciência!... Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: Paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste... Mas lá também havia outras coisas... e belas!

Um passarinho cantando na minha janela... aquela lua cor-de-prata, o pôr do sol!... Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças. Sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas.

Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou. Peguei aspalavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima, pois quase não as uso, e também joguei fora no mesmo instante!

Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas, se as esqueço lá mesmo ou se mando para o lixão.

Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante: o amor, a alegria, os sorrisos, um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos... como foi bom relembrar tudo aquilo!
 
Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as à mostra, para não perdê-las de vista.


Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurada bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar... e de recomeçar... 

Diário de Sexta-feira 21/11/2014


Sexta-feira, 21 de novembro de 2014.
Apresentação de Nossa Senhora


“No meio de qualquer dificuldade encontra-se a oportunidade.”
(Albert Einstein)


EVANGELHO DE HOJE
Mt 12,46-50

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.


Naquele tempo, 46enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. 47Alguém disse a Jesus: “Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo”. 48Jesus perguntou àquele que tinha falado: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?” 49E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. 50Pois todo aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Quem faz a vontade de meu Pai, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe.
Hoje nós comemoramos com alegria a Apresentação de Nossa Senhora. Conforme antiga tradição, Maria, quando criança, foi apresentada pelos pais, S. Joaquim e Sant’Ana, a Deus, na sinagoga. Havia esse costume entre as famílias hebréias mais devotas, de apresentar a Deus todos os seus filhos e filhas.
Quando, mais tarde, Maria e José apresentaram Jesus no Templo, certamente ela se lembrou que também foi apresentada por seus pais, e consagrada a Deus.
Houve, portanto, uma continuidade: de S. Joaquim e Sant’Ana para Maria, e de Maria para Jesus. Os pais geralmente são assim, eles continuam nos seus filhos aquilo que receberam de seus pais. Por isso que há o provérbio: Tal pai tal filho. Ou: Filho de peixe peixinho é.
É essa continuidade na educação religiosa dos filhos que vai fazendo continuar, nas novas gerações, a fé e a vida cristã legítima, que vem desde o tempo dos Apóstolos. A caminhada das famílias cristãs é idêntica à caminhada de S. Joaquim e Sant’Ana para Maria e de Maria para Jesus. A gente desenvolve mais tarde os valores que recebeu em casa na infância.
Jesus falou sobre isso: “Por acaso se colhem uvas de espinheiros ou figos de urtigas? Assim, toda árvore boa produz frutos bons e toda árvore má produz frutos maus. Uma árvore boa não pode dar frutos maus nem uma árvore má dar frutos bons. E toda árvore que não produz bons frutos é cortada e lançada ao fogo” (Mt 7,16-19).
É interessante também observar a caminhada de Maria na santidade. Foi um crescimento constante. Começou com a concepção imaculada e terminou com a Assunção, sendo assumida por Deus em corpo e alma.
E no Evangelho de hoje, próprio da festa da Apresentação de Nossa Senhora, Jesus aproveita uma oportunidade para nos dar um ensinamento fundamental sobre a Santa Igreja: Somos a sua família. Não só família de Jesus, de Deus, mas família entre nós, os batizados.
Como uma criança que já nasce dentro de uma família, nós, pelo batismo, nascemos dentro da Família de Jesus.
“Quem faz a vontade de meu Pai, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe.” Não basta a pertença material à Igreja; precisamos fazer a vontade de Deus.
Santo Agostinho, comentando este Evangelho de hoje, diz: “Não sei qual dignidade de Maria é a maior: Ser a mãe de Jesus na carne ou ser a sua discípula na fé”.
Existe uma cena, acontecida no Calvário, que é intimamente ligada a esta, ou melhor, que esclarece o sentido desta narrada no Evangelho de hoje: Jesus estava na cruz e, vendo sua mãe e João Evangelista, disse à mãe: “Mulher, eis o teu filho! Depois disse ao discípulo: Eis a tua mãe!” (Jo 19,26-27). Nós sabemos que S. João ali representava toda a Igreja. Por isso a tradição da Igreja, desde o tempo dos Apóstolos, entende que Jesus, naquele para a sua Mãe a missão de ser a nossa Mãe na fé. Santa Mãe Maria, que sejamos dignos filhos vossos, e assim façamos valer o provérbio: Tal mãe tal filho.
Romeiro vela seu tamanho Um dia apareceu uma sra aqui na sacristia da Basílica, procurando um padre. Ela estava com uma vela do tamanhozinho dela. Eu achei engraçado pq vi certa semelhança entre a vela e aquela mãe de família: As duas iluminam, as duas aquecem, as duas servem. E, para fazer isso, as duas se consomem. Inclusive as duas tem lágrimas. Quantas vezes você vê uma mãe com o rosto cheio de rugas e os filhos todos bonitos, de rostos lisinhos. Ela está se consumindo, se desgastando para que os outros tenham mais vida. Quando v ver uma vela soltando lágrimas, lembre-se também de N.Sra, de J e de todas as pessoas que amam. Porque o amor sempre custa lágrimas. Mas voltemos à senhora. Ela me disse: “Padre, eu estou com pressa. O meu ônibus já está quase saindo lá na rodoviária. Eu queria rezar muita coisa aqui pra N.Sra., mas não tenho tempo. Por isso comprei esta vela. O senhor acende pra mim?” Claro que sim, disse eu. Deixe comigo e vá com Deus. E pode ter certeza que N.Sra. também vai com a sra. Fui lá na capela das velas e acendi a vela dela. Engraçado, não? A vela do tamanhozinho dela. Quer dizer que a vela era ela. Aquela senhora, viajando no ônibus, certamente foi pensando: Eu estou aqui, mas eu não saí do santuário. Estou lá rezando, naquela vela. Eu pergunto a você: esta oração é válida? Claro que é! Nós gostamos de usar símbolos, e Deus também gosta. A Bíblia é todinha cheia de símbolos.
Quem faz a vontade de meu Pai, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe.




CULINÁRIA

Pavê de amendoim

Ingredientes:

1 lata de leite condensado
200 gramas de margarina ou manteiga gelada
2 pacotes de bolacha maisena
1 lata de creme de leite
1 xícara de açúcar refinado
2 gemas
2 claras em neve
1 colher (café) de baunilha
Amendoim torrado e triturado

Modo de fazer:

Cozinhe o leite condensado por 10 minutos e deixe esfriar. Bata o açúcar com as gemas e manteiga… Adicione as claras em neve e bata até obter um creme homogêneo, retire da batedeira e acrescente o creme de leite gelado e a baunilha e mexa delicadamente. Numa travessa coloque um pouco do creme, bolachas e amendoim e assim sucessivamente, por cima o leite condensado e polvilhe com amendoim!


Pavê de bis

INGREDIENTES:
•          1 lata de leite condensado
•          1 lata de leite
•          4 colheres de sopa de maisena
•          2 ovos separados
•          2 caixas de bis picados
•          1 xícara de chá de açúcar
•          1 lata de creme de leite
Preparo
1.        Em uma panela, misture o leite condensado, o leite, a maizena e as gemas
2.        Cozinhe mexendo sempre até engrossar
3.        Reserve
4.        Em uma forma refratária, despeje metade do creme, o chocolate (bis) picado, e o restante do creme
5.        Bata as claras em neve, acrescente o açúcar e bata bem
6.        Junte o creme de leite e mexa bem
7.        Coloque sobre o creme, salpique chocolate granulado e leve para gelar
8.        Obs : Se quiser pode colocar bis também por cima, picado.
9.        Ou vc pode montar em forma redonda, forrada com plástico grande que fique sobrando por fora, coloque os bis nas laterais em pé e monte o pavê, e levar ao freezer, depois desenforme, e pode jogar chocolate derretido em cima com castanha de cajú ou outros confeitos que preferir e conserve no freezer.





MOMENTO DE REFLEXÃO


Era um vez um rapaz que ia muito mal na escola. Suas notas e o comportamento eram uma decepção para seus pais que sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.

Um belo dia, o bom pai lhe propôs um acordo: Se você, meu filho, mudar o comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a Faculdade de Medicina, lhe darei então um carro de presente.

Por causa do carro, o rapaz mudou da água para o vinho.

Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso não era bom.

O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços. Assim, o grande dia chegou! Fora aprovado para o curso de Medicina. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel.

Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou às mãos uma caixa de presente. Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote.

Para sua surpresa, o presente era uma Bíblia. O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse.

A partir daquele dia, o silêncio e a distância separavam pai e filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Raramente mandava notícias à família.

O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai. Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão. Até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu. Faleceu.

No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a Bíblia que tinha sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás. De volta à sua casa, o rapaz quando colocou o livro numa estante, notou que havia um envelope dentro dele.

Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia: "Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: A Bíblia Sagrada. Nela aprenderás o Amor a Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".
 
Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto.

Como é triste a vida dos que não sabem perdoar.

Isto leva a erros terríveis e a um fim ainda pior.
Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa ter lhe feito mal.

Talvez se olhar com cuidado, vai ver que há também um "cheque escondido" em todas as adversidades da vida.




Diário de Quinta-feira 20/11/2014


Quinta-feira, 20 de novembro de 2014.


"A esperança é o alimento de nossa alma, ao qual sempre se mistura o veneno do medo." (Voltaire)


EVANGELHO DE HOJE
Lc 19,41-44


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.


Naquele tempo, 41quando Jesus se aproximou de Jerusalém e viu a cidade, começou a chorar. E disse: 42“Se tu também compreendesses hoje o que te pode trazer a paz! Agora, porém, isso está escondido aos teus olhos! 43Dias virão em que os inimigos farão trincheiras contra ti e te cercarão de todos os lados. 44Eles esmagarão a ti e a teus filhos. E não deixarão em ti pedra sobre pedra. Porque tu não reconheceste o tempo em que foste visitada”.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Se tu também compreendesses hoje o que te pode trazer a paz!
Neste Evangelho, Jesus faz uma lamentação sobre Jerusalém, a cidade santa, que abrigou tantos profetas, patriarcas e outros enviados de Deus. Entretanto, agora, não quis acolher o Messias, aquele que lhe pode trazer a paz.
Os olhos dos seus habitantes se fecharam, seu coração se endureceu e fizeram da cidade um centro de exploração e opressão do povo. Enveredaram por um caminho que é o avesso da paz.
Por isso, Jerusalém será destruída. Não quis reconhecer a visita de Deus e a ocasião para mudar as próprias estruturas injustas. Não quis abrir-se ao apelo do Messias, que pede a conversão.
Em outra ocasião, no encontro com a samaritana, Jesus disse algo semelhante: “Se tu conhecesses o dom de Deus e quem é aquele que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias e ele te daria água viva!” (Jo 4,10).
Se também nós conhecêssemos e valorizássemos o tesouro que nos foi dado, que é Jesus e o seu Reino, com certeza o mundo seria melhor. “Se a gente compreendesse o amor que Deus nos dá, o inferno poderia se acabar!” (Refrão de um canto das Comunidades cristãs).
A conversão é como uma pedra que cai em um lago; as ondas vão se alargando, até atingir todo o lago. A nossa conversão também é expansiva e faz o mundo ser melhor. Mas para isso ela tem de ser decidida, generosa e transportada para a nossa prática do dia-a-dia.
O próprio Deus reclama: “O meu povo abandonou a mim, fonte de água viva, e cavou para si cisternas rachadas, que não retêm a água!” (Jr 2,13). Essas cisternas rachadas são os caminhos falsos de felicidade que o mundo nos apresenta.
Muitas vezes, o que emperra a nossa conversão não é a recusa direta da Lei de Deus, mas a tibieza e a mediocridade. É ficar no meio do caminho. “Conheço a tua conduta. Não és frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, porque és morno, nem frio nem quente, estou para vomitar-te de minha boca” (Ap 3,15).
O mundo precisa de pessoas definidas na fé. A indefinição diante de Deus é pior que a negação dele. “Não podeis servir a dois senhores”. “Nem todo aquele que me diz: Senhor! Senhor!, entrará no Reino dos Céus, mas só aquele que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus” (Mt 7,21).
Veja o que Deus fala ao seu povo: “Extrairei do seu corpo o coração de pedra e lhes darei um coração de carne, de modo que andem segundo minhas leis, observem e pratiquem meus preceitos. Assim serão o meu povo e eu serei o seu Deus” (Ez 11,19-20).
Certa vez, um homem estava procurando algo, cuidadosamente, debaixo de um poste iluminado, altas horas da noite. Passou um amigo e lhe perguntou o que estava procurando. “Perdi a chave de casa e estou procurando-a”, respondeu aquele homem preocupado. O amigo, solidário, começou a procurar também.
O tempo passou e, mais de uma hora depois, o amigo perguntou por perguntar: “Você tem certeza que foi aqui mesmo que você perdeu a chave?” E aquele homem, tranquilamente, respondeu lamentando-se: “Não! Eu perdi mesmo foi perto daquele outro poste... mas lá está sem luz e não dá para eu procurar!”
É comum acontecer algo semelhante no nosso trabalho de conversão. As partes mais difíceis do Evangelho, que nós claramente não seguimos, deixamos para depois, e vamos atacar outros pontos bem mais fáceis. Precisamos por o remédio na ferida, mesmo que doa; atacar o pecado onde ele está.
Que Maria Santíssima interceda junto de Deus, para que ele transforme o nosso coração de pedra em um coração de carne, aberto à conversão.
Se tu também compreendesses hoje o que te pode trazer a paz!





MUNDO ANIMAL


Algumas dicas para identificar a causa dos latidos dos cães


O primeiro passo para a gente fazer um cachorro parar de latir como um louco é entender por que cachorro late. Abaixo colocamos uma lista com as principais causas deste comportamento:
Para avisar que existe algo estranho ou perigoso por perto.
Para chamar a sua atenção e pedir carinho e companhia.
Porque está entediado, com excesso de energia, ou estressado e tenta se comunicar com outros cães da vizinhança.
Porque está assustado.
Porque aprendeu a latir com outros cachorros (que moram ou não na mesma casa), ou você mesmo o ensinou sem querer, atendendo, brincando, ou dando carinhos quando ele late.
Por condicionamento. Como, por exemplo, latir para o interfone já que sempre chega alguém depois.
Por excesso de estímulos, como quando o cachorro é provocado por pessoas e outros cães que passam pelo portão, ou pela visão de outros animais pela varanda de um apartamento.

Algumas dicas para ajudar o seu filhote, ou cachorro adulto, a se controlar:

• Elimine a fonte que alimenta os latidos do peludo.

Se o seu cachorro late muito porque vê as pessoas através do portão coloque alguma barreira visual entre ele e a rua, como uma madeira ou uma placa de metal, por exemplo. Ele late muito na varanda envidraçada? Experimente colocar um insulfilme espelhado virado para dentro.
O problema é o interfone? Peça para o porteiro ligar algumas vezes por dia sem que haja alguém para subir.
Nunca atenda o seu cão enquanto ele está latindo. Mesmo sendo difícil ignore-o até ele para de latir.
Se o seu bicho sofre de solidão tente arranjar um passeador que possa vir 2 vezes por dia enquanto você está fora, ou pense em contratar uma pessoa que possa vir todos os dias, por meio expediente, para lavar uma louça, passar uma roupinha, e fazer muita companhia para o totó. Nem fica tão caro assim e você pode se informar no seu prédio se tem uma outra pessoa passando pelo mesmo problema e que queira contratar esta pessoa para o outro meio expediente.

• Ensine o comando "Quieto".

Comece a treinar o seu peludo a parar de latir depois de dois ou três latidos. Quando ele estiver latindo dê o comando “quieto”. Segure o fuço dele se for preciso ou use um spray de água bem na cara (experimente usar um destes borrifadores para plantas. Regule o bico para que saia um jato direto e não uma nuvem de água). Assim que ele calar o bico faça o maior carinho do mundo.

• Exercite seu cachorro regularmente e rotineiramente.
Cachorros precisam de rotina para evitar e aliviar estresse. Dependendo da raça, o exercício físico é imprescindível para que ele tenha oportunidade de gastar toda a energia acumulada durante o dia, além de manter o corpo em forma e saudável.

Fonte:http://www.petfeliz.com.br/dicas/dica_latido.htm





MOMENTO DE REFLEXÃO


Um dia desses, um recorte de jornal reproduziu uma breve oração de uma criança.
Dizia assim:
- Senhor, faça de mim um aparelho de TV para que meus pais me tratem como eles tratam a TV. Para que olhem para mim com o mesmo interesse com que olham para TV, especialmente quando a minha mãe assiste a novela favorita e meu pai o seu esporte predileto.
- Eu quero falar como aqueles homens da TV, pois, quando eles falam, toda a família fica em silêncio para ouvir bem o que eles têm a dizer.
- Eu gostaria de ver a mamãe se admirar de mim como ela se admira quando vê a última moda na TV . Eu gostaria que meu pai risse comigo como ele faz quando os artistas contam piadas na TV.

- Eu gostaria que meus pais me dessem tanta atenção quanto dão para TV. Quando ela não funciona, imediatamente chamam alguém para cuidar dela.
- Eu gostaria de ser a TV e assim ser a melhor amiga e a pessoa mais importante para meus pais.
A criança necessita de carinho e atenção constantes. Se não os recebe na infância, torna-se um adulto mergulhado em si mesmo, carente e aflito, considerando o mundo como uma imensa selva onde cada qual nada mais vê senão a si mesmo.





Diário de Quarta-feira 19/11/2014


Quarta-feira, 19 de novembro de 2014.


“O medo da desgraça é pior que a desgraça.” (Leib Lazarov)


EVANGELHO DE HOJE
Lc 19,11-28

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.


Naquele tempo, 11Jesus acrescentou uma parábola, porque estava perto de Jerusalém e eles pensavam que o Reino de Deus ia chegar logo. 12Então Jesus disse:
“Um homem nobre partiu para um país distante, a fim de ser coroado rei e depois voltar. 13Chamou então dez dos seus empregados, entregou cem moedas de prata a cada um e disse: ‘Procurai negociar até que eu volte’.
14Seus concidadãos, porém, o odiavam, e enviaram uma embaixada atrás dele, dizendo: ‘Nós não queremos que esse homem reine sobre nós’. 15Mas o homem foi coroado rei e voltou. Mandou chamar os empregados, aos quais havia dado o dinheiro, a fim de saber quanto cada um havia lucrado. 16O primeiro chegou e disse: ‘Senhor, as cem moedas renderam dez vezes mais’. 17O homem disse: ‘Muito bem, servo bom. Como foste fiel em coisas pequenas, recebe o governo de dez cidades’.
18O segundo chegou e disse: ‘Senhor, as cem moedas renderam cinco vezes mais’. 19O homem disse também a este: ‘Recebe tu também o governo de cinco cidades’. 20Chegou o outro empregado e disse: ‘Senhor, aqui estão as tuas cem moedas que guardei num lenço, 21pois eu tinha medo de ti, porque és um homem severo. Recebes o que não deste e colhes o que não semeaste’. 22O homem disse: ‘Servo mau, eu te julgo pela tua própria boca. Tu sabias que eu sou um homem severo, que recebo o que não dei e colho o que não semeei. 23Então, por que tu não depositaste meu dinheiro no banco? Ao chegar, eu o retiraria com juros’. 24Depois disse aos que estavam aí presentes: ‘Tirai dele as cem moedas e dai-as àquele que tem mil’. 25Os presentes disseram: ‘Senhor, esse já tem mil moedas!’ 26Ele respondeu: ‘Eu vos digo: a todo aquele que já possui, será dado mais ainda; mas àquele que nada tem, será tirado até mesmo o que tem. 27E quanto a esses inimigos, que não queriam que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e matai-os na minha frente’”. 28Jesus caminhava à frente dos discípulos, subindo para Jerusalém.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Por que tu não depositaste meu dinheiro no banco?
Esta parábola das moedas de prata é parecida com a dos talentos. Um patrão, antes de viajar, chamou dez empregados e entregou a cada um dez moedas de prata, pedindo-lhes que, na sua ausência, as fizessem render.
As moedas simbolizam os nossos dons e qualidades, que chamamos também de talentos: Saúde, estudo, inteligência, dons artísticos, aptidões profissionais, amor, boas maneiras, as virtudes cristãs, a beleza física...
A parábola foi uma resposta de Jesus aos discípulos que, pelo fato de estarem se aproximando de Jerusalém, pensavam que o Reino de Deus ia chegar logo. Portanto, o que Jesus quis dizer é que a chegada do Reino de Deus depende de nós mesmos, do uso que fizermos dos nossos dons.
Reino de Deus é a Vida Nova projetada por Jesus, que tem seu início aqui na terra e a plenitude no Céu. É uma vida na verdade, na justiça, na graça de Deus, no amor, na vida plena para todos sem que haja excluídos, e na paz. Aqui na terra, o Reino de Deus é aquele mundo e humanidade que Deus projetou. Isso não cai pronto do céu; nós é que temos de construí-lo, com os dons e recursos que temos.
A referência ao ódio que os concidadãos tinham do patrão e à vitória dele, sendo coroado rei, simbolizam a morte e ressurreição de Jesus. Nós também encontramos obstáculos e perseguições na construção do Reino de Deus, mas nós também venceremos.
“A todo aquele que já possui, será dado mais ainda; mas àquele que nada tem, será tirado até mesmo o que tem.” Sentido: no julgamento final de Deus, aquele que foi fiel no pouco, nos pequenos serviços da vida terrena, receberá uma grande recompensa, como o empregado que fez as dez moedas renderem dez vezes mais; mas o que não teve essa fidelidade, e foi preguiçoso, será castigado severamente.
“Como foste fiel em coisas pequenas, recebe o governo de dez cidades.” O importante não é o tamanho do dom, mas o uso que fazemos dele. Quem desenvolve mais receberá mais prêmio.
A conclusão é que cada um de nós deve usar bem os dons que recebeu de Deus, sejam quais forem, grandes ou pequenos. Assim, seremos premiados por Deus. Mais que uma honra, nossos dons são uma responsabilidade para nós!
Havia, certa vez, um menino que era excepcional. O pai o amava muito e costumava sair com ele para passear na cidade.
Um dia, eles estavam passando perto de um campo de futebol, onde havia um grupo de crianças jogando. O garoto olhou o jogo com os olhos arregalados e disse ao pai ao pai que queria jogar. O pai transmitiu o pedido a um dos garotos que estavam no campo. Este olhou para os demais, como que buscando aprovação. O grupo não disse uma palavra. Então o garoto o aceitou e colocou no seu time. O jogo estava empatado por dois a dois.
De repente o time adversário sofreu um pênalti. Para batê-lo, o time resolveu chamar o garoto excepcional. Ao ver o caminhar desengonçado do menino, o goleiro se adiantou um pouco, na certeza de que a bola não chegaria até o gol. Entretanto, o menino chutou com toda a sua força e a bola, apesar de meio morta, passou por cima do goleiro e entrou. A alegria do seu time foi tão grande que o carregaram pelo campo.
Foi o dia mais feliz daquela criança excepcional, e também de seu pai. E o resultado foi sentido na escolinha de excepcionais que ele freqüentava.
Todos nós temos talentos, inclusive os deficientes. O que precisamos é de amor, apoio, confiança e de espaço para desenvolvê-los.
Maria Santíssima usou e usa muito bem os dons que recebeu de Deus, especialmente o de ser Mãe. Vamos pedir a ela que interceda junto de seu Filho por nós, a fim de que façamos render dez vezes mais as nossas dez moedas de prata.
Por que tu não depositaste meu dinheiro no banco?




CURIOSIDADES

Você sabia?

A guerra mais curta da história foi entre Zanzibar e Inglaterra em 1896. O zanzibar rendeu-se ao fim de 45 minutos, só a metade de um jogo de futebol!

Motivo ? - Ingleses e alemães disputavam o controle territorial da região, que estava sob influência dos britânicos. Quando o sultão de Zanzibar morreu, em 1896, um de seus filhos ocupou o trono com apoio da Alemanha, irritando os ingleses, que temiam perder poder na área e exigiram sua renúncia. Em resposta, o novo sultão reuniu um exército de 2 500 soldados de origem árabe e declarou guerra aos britânicos. Pouco antes de a crise estourar, a Inglaterra, prevendo a encrenca, já havia enviado para a região uma pequena frota de canhoneiras. Essas embarcações de guerra bombardearam a ilha no dia 27 de agosto de 1896 e obtiveram a rendição do novo sultão de Zanzibar menos de uma hora depois de iniciado o conflito. Mas essa é uma guerra que pertence apenas às listas de curiosidades, não tendo causado maiores conseqüências. Já no século 20, duas das guerras mais curtas da história deixaram marcas permanentes no cenário político do Oriente Médio, criando problemas que se estendem até hoje. Uma delas foi a Guerra de Suez, em 1956, que durou em torno de uma semana, opondo Inglaterra, França e Israel contra o Egito, pelo domínio do Canal de Suez - que ao fim dos combates permaneceu sob controle egípcio. Outro conflito relâmpago e ainda mais marcante do século 20 foi a Guerra dos Seis Dias, travada em 1967, quando Israel derrotou as forças árabes do Egito, da Síria e da Jordânia em menos de uma semana, como mostra o infográfico destas páginas.




MOMENTO DE REFLEXÃO


Rodrigo, 34 anos, depois de muito tempo sem visitar o velho pai, resolveu passear com ele. foram para um parque da cidade e depois de caminhar naquele dia de sol, sentaram-se num banco da praça.

Enquanto Rodrigo lia seu jornal,o pai observava a natureza com os olhos cansados de um homem de 81 anos. de repente, um movimento nas árvores e o pai de Rodrigo, seu Orlando pergunta:

- Filho, o que é aquilo?

Rodrigo, afasta por um segundo o jornal e responde:

- É um pássaro, pai...

Seu orlando acompanha o vôo do passaro até um arbusto e torna a perguntar:

- O que é aquilo?

O filho responde:

- É um pássaro!

O velho pai, continua acompanhando o movimento do passarinho, e pergunta, novamente ...

- O que é aquilo ?

Estressado, Rodrigo, responde de forma ríspida :

- Já falei...aquilo é um pássaro!!!

Passados alguns segundos, seu Orlando torna a perguntar, apontando para o passarinho...

- O que é aquilo?

Desta vez o filho explode com sua paciência esgotada, e gritando com o próprio pai:

- O senhor está caduco, surdo, pai? Já falei aquilo é um pássaro. Pás-sa-ro!!!

Nisso, o velho pai, faz um sinal pedindo para o filho aguardar, levanta-se , tira da bolsa uma espécie de diário e pede para o filho ler em voz alta, um trecho escrito há muitos anos atrás. o texto dizia:

“ Ontem, meu filho, de três aninhos, me perguntou 23 vezes o que era aquilo voando de uma arvore para outra e eu respondi todas as vezes com muita paciência, que era um pássaro! E todas as vezes abracei meu filhinho orgulhoso e cheio de amor....

Neste ponto Rodrigo, parou de ler, emocionado, abraçou o velho pai, entendendo, em lágrimas, a lição que o pai tinha acabado de lhe dar...

LIÇÃO DE VIDA :


Muitas vezes não temos paciência com nossos pais, achando que eles são chatos, velhos demais e só querem atrapalhar nossa vida. Esquecemos que foram eles que nos orientaram educaram, socorreram, investiram todo seu tempo, paciência e amor para que pudéssemos, um dia, sermos pessoas de bem. E hoje não temos tempo e paciência com eles.